O mundo não é plano: a competição entre ecossistemas de inovação
Epicentros da inovação global reforçam a necessidade de políticas territoriais ativas para reduzir desigualdades de competitividade
Epicentros da inovação global reforçam a necessidade de políticas territoriais ativas para reduzir desigualdades de competitividade
O século XXI será lembrado não apenas pelos países que souberem preservar, mas por aqueles que inovarem na promoção da sustentabilidade
Com risco de queda na arrecadação, municípios devem incentivar inovação na cadeia produtiva e trazer empresas estabelecidas aos ecossistemas
Obra inédita na literatura corporativa brasileira explora estratégias e aspectos culturais que ajudam a formar os “ecossistemas de inovação”.
É fundamental assegurar recursos para o desenvolvimento de inovações e de empreendimentos inovadores para serem competitivos globalmente.
Modelo surgiu a partir da “Estratégia Europa 2020”, com objetivo de transformar o modelo de desenvolvimento econômico, baseado na inovação
Embora os conceitos sejam frequentemente associados ao empreendedorismo, tecnologia e transformação econômica, eles diferem substancialmente em termos de propósito, componentes, escopo e mecanismos de operação.
O mais importante é que os atores do ecossistema local de inovação tenham algum nível de organização para articular e coordenar todas as frentes de trabalho. Ou seja, precisam criar algum nível de Governança para organizar as atividades de inovação no território.
Falta de estratégia de inovação e prevalência de processos, estruturas e produtos atuais são pontos-chave para empresas que falham ao inovar
Os arranjos inovadores devem estimular a geração de redes de confiança entre parceiros com competências complementares.